Grande nome da cirurgia plástica no Brasil aposta em naturalidade e novas tecnologias para aperfeiçoar procedimentos em 2026
A cirurgia plástica vive um novo momento de transformação,
impulsionado pela tecnologia, pela mudança no comportamento dos pacientes e por
protocolos cada vez mais rigorosos de segurança. Dados da Sociedade
Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS) mostram que o número global
de procedimentos cirúrgicos e não cirúrgicos cresceu mais de 13% em 2023,
ultrapassando 15 milhões de cirurgias realizadas no mundo. O Brasil segue entre
os líderes globais, refletindo uma demanda crescente por procedimentos mais
seguros, naturais e com recuperação otimizada.
Em 2026, a tendência será buscar por procedimentos que tenham menos
exageros, mais refinamento, personalização e integração entre cirurgia e
inovação tecnológica. Segundo o cirurgião plástico Dr. Gerson Julio, com
mais de 30 anos de carreira e mais de 9 mil cirurgias realizadas, o futuro da
especialidade não está em transformações radicais, mas no aprimoramento
técnico. “O paciente de hoje quer melhorar respeitando sua anatomia e
identidade. O futuro da cirurgia plástica é o refinamento, não o exagero”,
afirma.
A tecnologia tem papel central nesse avanço. Equipamentos de
documentação fotográfica padronizada, protocolos digitais e tecnologias
energéticas passaram a atuar desde o diagnóstico até o pós-operatório. Recursos
como Ignite e Morpheus auxiliam na retração da pele, estímulo de colágeno e
melhora da qualidade tecidual, reduzindo o trauma cirúrgico e acelerando a
recuperação.
Estudos recentes publicados no Aesthetic Surgery Journal indicam que a
associação entre cirurgia e tecnologias energéticas pode reduzir o tempo de
edema e melhorar a previsibilidade dos resultados, impactando diretamente a
satisfação dos pacientes ao longo dos meses seguintes ao procedimento.
Outro fator que deve ganhar ainda mais força nos próximos anos é a
personalização dos resultados. “Cada paciente responde de forma diferente. A
análise da pele, da flacidez, da gordura e até do estilo de vida orienta a
escolha da técnica e da tecnologia mais adequada”, explica Dr. Gerson. Essa
abordagem individualizada permite ajustes precisos de intensidade e profundidade,
promovendo resultados mais naturais e duradouros.
A digitalização também transforma a experiência do paciente. Registros
clínicos eletrônicos, protocolos de acompanhamento estruturados e comunicação
contínua no pós-operatório aumentam a segurança e a sensação de cuidado. “A
gestão e os protocolos são invisíveis para o paciente, mas fazem toda a
diferença na confiança e na experiência”, destaca o especialista.
Além disso, mudanças recentes no comportamento da população também
influenciam as tendências futuras. O uso crescente de medicamentos para
emagrecimento tem levado a uma maior incidência de flacidez cutânea e
sarcopenia, o que amplia a busca por cirurgias e tecnologias focadas na
correção da flacidez e na qualidade muscular.
Para o Dr. Gerson, o caminho é claro: “O futuro da cirurgia plástica
está na integração entre cirurgia bem indicada, tecnologia como aliada e
protocolos rígidos de segurança. Não se trata de fazer mais, mas de fazer
melhor, com ética, critério e foco no bem-estar do paciente”.
Sobre o Dr. Gerson Julio
Com mais de 30 anos de experiência e mais de 9 mil cirurgias
realizadas, o Dr. Gerson Julio é um dos grandes nomes da cirurgia plástica
estética no Brasil. Com Graduação em Medicina pela Unicamp, além de residência
e mestrado pela mesma universidade, Gerson é referência por sua precisão
técnica e abordagem humanizada em procedimentos corporais e faciais.
Visionário, trouxe para seu consultório práticas norte-americanas inovadoras,
como o protocolo Recovery Express, e foi pioneiro no uso do fio PTS no abdômen,
eliminando a necessidade de drenos há mais de duas décadas.
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