Limeira abre 708 empresas no primeiro trimestre e supera números de 2025
Dados apurados pela Gazeta junto à Junta Comercial do Estado de São Paulo (Jucesp) apontam crescimento na abertura de empresas em Limeira, Cordeirópolis e Iracemápolis no primeiro trimestre de 2026. O levantamento considera exclusivamente empresas registradas na Jucesp e não inclui Microempreendedores Individuais (MEIs). Os números refletem o avanço da atividade econômica e da formalização de negócios na região.
Limeira registrou 708 novas empresas entre janeiro e março deste ano, contra 572 no mesmo período de 2025, alta de 23,7%. Em Cordeirópolis, o número passou de 38 para 48 empresas abertas. Já Iracemápolis contabilizou 32 novos registros empresariais, ante 23 no primeiro trimestre do ano passado, crescimento de aproximadamente 39%.
Os dados regionais acompanham o desempenho do Estado de São Paulo, que fechou o primeiro trimestre de 2026 com mais de 127 mil empresas abertas, o maior resultado da série histórica da Jucesp para o período. Apenas em março, o estado registrou 49.794 novos negócios, recorde mensal em 28 anos. Na comparação com o mesmo período de 2025, o crescimento estadual foi de 21%.
Em entrevista recente, o prefeito Murilo Félix destacou que tem atuado para tornar a cidade um ambiente mais favorável aos negócios. "Temos trabalhado para desburocratizar, oferecer incentivos concretos e dar segurança a quem quer investir em Limeira. Quando uma empresa decide crescer aqui, isso significa empregos, renda e desenvolvimento para a nossa cidade. É exatamente o resultado que buscamos", afirmou.
Segundo o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Jorge Lima, o resultado está ligado às medidas de simplificação adotadas pelo governo paulista. “O Estado tem avançado na criação de condições mais simples e ágeis para quem quer empreender. Com a redução da burocracia e a ampliação dos serviços digitais, abrir uma empresa se tornou um processo mais rápido e acessível”, afirmou.
O crescimento na abertura de empresas reforça o fortalecimento da economia regional, especialmente nos setores de comércio e serviços, além de evidenciar o aumento da busca por formalização e novas oportunidades de negócios no interior paulista.
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