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Limeira registra alta de 40,5% no licenciamento de veículos

Limeira registrou o licenciamento de 645 veículos em junho de 2026, segundo dados divulgados pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O volume é 40,5% superior ao registrado em junho de 2025, quando foram emplacadas 459 unidades. O crescimento foi impulsionado principalmente pelos automóveis e motocicletas.

 

No mês passado, foram licenciados 374 automóveis, frente aos 240 registrados em junho de 2025, alta de 55,8%. As motocicletas passaram de 152 para 185 unidades, avanço de 21,7%. Os comerciais leves também cresceram, de 51 para 71 veículos (39,2%), enquanto os caminhões tiveram leve aumento, de 14 para 15 unidades. Já os ônibus, que tiveram dois emplacamentos em junho do ano passado, não registraram nenhuma unidade neste ano. 

No acumulado do primeiro semestre, entretanto, o município contabiliza 2.035 veículos licenciados, número 37,3% inferior aos 3.244 registrados entre janeiro e junho de 2025. A retração é puxada principalmente pelos automóveis, que somam 374 unidades, contra 1.619 no mesmo período do ano passado. Em contrapartida, as motocicletas apresentaram crescimento, passando de 1.062 para 1.154 unidades, alta de 8,7%. 

Os comerciais leves também avançaram no semestre, de 353 para 362 veículos (2,5%). Já os caminhões tiveram pequena queda, passando de 147 para 143 unidades (-2,7%), enquanto os ônibus recuaram de 63 para apenas dois emplacamentos. 

MERCADO NACIONAL 

No Brasil, a Fenabrave informou que os emplacamentos de veículos cresceram 16,01% no primeiro semestre de 2026 em comparação com o mesmo período de 2025. Foram 2.715.403 unidades licenciadas entre janeiro e junho, o melhor resultado para o período desde 2011. Somente em junho, foram emplacados 488.420 veículos, número 18,96% superior ao do mesmo mês do ano passado, embora represente leve queda de 0,82% em relação a maio. Segundo a entidade, o desempenho foi favorecido pela maior competitividade entre as montadoras, programas de incentivo e pela renovação da frota, apesar do impacto do custo do crédito.

 

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