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Confraria de Nossa Senhora da Boa Morte empossa nova diretoria

Limeira recebeu na última semana a posse da nova Mesa Diretora da Confraria de Nossa Senhora da Boa Morte e Assunção, que comandará a entidade no triênio 2026-2028. Mais do que uma simples troca de gestão, o evento simboliza a continuidade de uma tradição que completa, neste mês de janeiro, 170 anos, consolidando a Confraria como a instituição mais antiga em atividade no município e uma das poucas irmandades leigas ainda existentes no Estado de São Paulo.

Eleita em assembleia no final de novembro, a nova diretoria terá a missão de preservar e valorizar o patrimônio histórico e cultural da entidade. A nova composição conta com a presença de Ademir Bobice como provedor, acompanhado por Paulo Baraldi na Secretaria, Francisco José Soares Jr. na tesouraria e Jaime Cheque Jr. como procurador.

Em entrevista à Gazeta de Limeira, o ex-provedor Adilson Rui, que comandou a gestão 2023-2025, destacou o significado do momento. “A cerimônia deste sábado é um convite para que toda a comunidade de Limeira honre uma trajetória de devoção e serviço que foi alicerce na construção da nossa cidade. ”

Durante a gestão anterior, um dos principais avanços foi a contratação do projeto arquitetônico completo do restauro do templo, e garantiu que futuras intervenções sigam critérios técnicos rigorosos. A Confraria contou com a orientação do Prof. Dr. Marcos Tognon, da Unicamp, responsável pela curadoria e pela seleção do escritório de arquitetura.

O novo provedor, Ademir Bobice, ressaltou a responsabilidade de conduzir a instituição, especialmente em um ano simbólico. “A Igreja da Boa Morte é o maior bem cultural de Limeira. Iniciar esta gestão no ano em que a Confraria celebra 170 anos, e a cidade completa 200 anos, dá ainda mais significado ao desafio que temos pela frente. Contamos com o apoio de toda a população. ”

A cerimônia de posse reforça o papel da Confraria como guardiã da memória e da cultura de Limeira, mantendo vivas tradições seculares e aproximando a comunidade local de seu patrimônio histórico. O desafio agora é combinar preservação histórica, modernização administrativa e envolvimento comunitário, para que a instituição continue a servir como referência nos próximos anos.


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