Comissão debate dificuldades em internações de dependentes químicos em Limeira
A Comissão de Saúde da Câmara de Limeira debateu com representantes do Centro Pop e da Comunidade Terapêutica Aliança os desafios enfrentados no atendimento à população em situação de rua, dependentes químicos e alcoolistas no município. Entre os principais pontos levantados está o atual fluxo de internação, que exige que os pacientes permaneçam por 15 dias no Hospital Humanitária antes de serem encaminhados para comunidades terapêuticas. Segundo os profissionais, o modelo tem se mostrado ineficaz, já que muitos pacientes abandonam o tratamento antes de concluir esse período, além da falta de estrutura adequada para atender esse público.
Outro tema discutido foi a centralização das vagas de internação voluntária pelo Centro de Atenção Psicossocial(CAPS), responsável pelos encaminhamentos desde janeiro deste ano. Representantes da Comunidade Terapêutica Aliança relataram queda significativa nas internações após a mudança e alertaram para a existência de vagas disponíveis por meio de convênio federal que poderiam ampliar o número de atendidos.
O assunto será levado pela comissão ao secretário de Saúde interino, Alexandre Ferrari, em reunião prevista para a próxima semana.
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