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Limeira movimenta R$ 1,09 bilhão em saúde; região chega a R$ 1,32 bilhão

Limeira deve movimentar R$ 1,09 bilhão em despesas relacionadas à saúde ao longo de 2026, segundo levantamento do IPC Maps, que mede o potencial de consumo. O valor representa um crescimento de 15,7% em relação ao ano passado, quando o município havia movimentado R$ 946,3 milhões.

Considerando Limeira, Cordeirópolis, Iracemápolis e Engenheiro Coelho, o mercado de saúde da região deve alcançar R$ 1,32 bilhão em 2026, crescimento de 15% em relação ao ano anterior, quando o total foi de R$ 1,14 bilhão. Os dados consideram despesas das famílias com medicamentos, planos de saúde, tratamentos médicos e serviços odontológicos.

Em Limeira, R$ 485,9 milhões devem ser destinados à compra de medicamentos, enquanto R$ 609,3 milhões correspondem a planos de saúde e tratamentos médicos e odontológicos. No ano passado, os valores eram de R$ 426,9 milhões e R$ 519,3 milhões, respectivamente.

Na região, os gastos com medicamentos devem alcançar R$ 589,8 milhões, contra R$ 520,3 milhões em 2025. Já as despesas com planos de saúde e tratamentos médicos e odontológicos estão estimadas em R$ 731,3 milhões, ante R$ 628,4 milhões no ano anterior.

Outro dado destacado pelo levantamento é o crescimento no número de farmácias. Limeira passou de 120 estabelecimentos em 2025 para 129 em 2026, aumento de 7,5%. Considerando as quatro cidades, o número subiu de 149 para 161 farmácias, crescimento de 8,1%.

No cenário nacional, as famílias brasileiras devem gastar R$ 537,5 bilhões com saúde até o fim de 2026, um aumento de 7% em relação ao ano anterior. Os dados são da pesquisa IPC Maps, especializada no potencial de consumo dos brasileiros.

O estudo considera despesas com medicamentos, materiais para curativos, além de bens e serviços relacionados a planos de saúde, consultas, tratamentos médicos e odontológicos.

Do total previsto, R$ 279,7 bilhões deverão ser destinados a planos de saúde e tratamentos médicos e odontológicos. Outros R$ 257,8 bilhões serão direcionados à compra de medicamentos.

No recorte por estados, São Paulo concentra a maior parcela dos gastos, com previsão de R$ 163,7 bilhões movimentados no setor. Em seguida aparecem Minas Gerais, com R$ 62,5 bilhões; Rio de Janeiro, com R$ 51,7 bilhões; Rio Grande do Sul, com R$ 35,5 bilhões; e Paraná, com R$ 27,7 bilhões.

Além do aumento nas despesas das famílias, o levantamento também aponta a expansão da rede de farmácias no país. Em comparação com o ano passado, cerca de 4 mil novos estabelecimentos foram abertos, elevando o total para aproximadamente 127 mil farmácias em funcionamento.

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