Interior de SP confirma seis casos de Mpox
O Brasil chega a 90 casos confirmados de mpox em 2026, segundo dados atualizados até às 16h32 de ontem (26) pelo Ministério da Saúde. Outros dois casos estão em investigação. Em apenas sete dias, o número praticamente dobrou: em 20 de fevereiro eram 48 confirmações no país. São Paulo concentra a maioria das infecções neste ano, com 63 casos registrados. Apesar do aumento recente, não há mortes registradas este ano, e a maior parte dos pacientes apresenta quadros leves ou moderados da doença.
Na região atendida pelo Departamento Regional de Saúde (DRS) de Campinas, que abrange 42 municípios, a Secretaria Estadual de Saúde confirmou anteontem (25) cinco casos de mpox. As confirmações são dos municípios de Campinas e Sumaré. Outros dois casos seguem sob investigação laboratorial na região.
O primeiro caso do ano em Campinas foi o de um homem de 35 anos, que apresentou sintomas em janeiro. Ele já recebeu alta após a cura. Municípios vizinhos, como Sumaré, também registraram seus primeiros casos em 2026. As autoridades de saúde acompanham a situação e reforçam a importância da vigilância epidemiológica.
Outro município que também confirmou o primeiro caso positivo, desta vez na região de São Carlos, é um homem de 27 anos, morador de Araraquara. Segundo nota divulgada pela Prefeitura local, o jovem cumpre quarentena em casa.
Na região de Limeira, não há casos confirmados de mpox em 2026, conforme apuração recente realizada pela Gazeta de Limeira. Dois casos suspeitos na cidade foram investigados, mas os exames laboratoriais deram resultado negativo, segundo a confirmação da Secretaria Municipal de Saúde. Em 2025, Limeira registrou dois casos confirmados — um homem e uma mulher. Cidades vizinhas, como Cordeirópolis, Engenheiro Coelho e Iracemápolis, não registraram casos nos últimos dois anos.
Em 2025, o Brasil confirmou 1.079 casos e duas mortes por mpox. No mesmo período do ano passado, o país tinha 215 casos registrados. Os sintomas mais comuns da doença incluem febre, dor de cabeça e dores no corpo, lesões cutâneas (bolhas ou erupções na pele), ínguas e cansaço. A vacina está disponível no SUS e é destinada a grupos específicos e de alto risco, como pessoas vivendo com HIV/AIDS com baixa imunidade.
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