Janeiro Branco: Especialistas alertam como o equilíbrio emocional interfere e influencia nos resultados estéticos
O movimento Janeiro Branco reforça a importância de olhar para a saúde emocional como parte fundamental do bem-estar, inclusive quando o assunto é estética. Especialistas apontam que cuidar da mente antes de qualquer procedimento estético ou cirurgia plástica é tão essencial quanto a técnica aplicada ou o resultado esperado, já que fatores emocionais influenciam diretamente a percepção, a recuperação e a satisfação do paciente.
À frente do Ateliê Beauty, eleito pelo
segundo ano consecutivo o Melhor Spa Boutique de Luxo do Mundo pelo World
Luxury Spa Awards, a CEO e cofundadora Isa Santini destaca que o
autocuidado estético vai além da aparência. “Quando integramos práticas
sensoriais aos tratamentos, como aromaterapia e protocolos de relaxamento,
conseguimos atuar diretamente sobre o estresse, a ansiedade e as tensões
acumuladas no corpo. Isso ajuda o paciente a se sentir mais presente, confiante
e emocionalmente preparado para qualquer procedimento”, explica a empresária.
Do ponto de vista médico, o cirurgião plástico Dr.
Gerson Julio, com mais de 30 anos de experiência e mais de 9 mil
procedimentos realizados, reforça que o equilíbrio emocional é determinante
para o sucesso do tratamento. “Pacientes que chegam muito ansiosos ou com expectativas
irreais podem se frustrar, mesmo quando a cirurgia é bem-sucedida. Por isso, o
autoconhecimento, o diálogo e o acompanhamento emocional são fundamentais no
processo”, afirma.
Segundo o especialista, o cuidado integral inclui
planejamento, personalização do procedimento e acompanhamento no
pós-operatório. “Quando unimos técnica, tecnologia e atenção à saúde emocional,
os resultados têm de ser mais naturais, seguros e duradouros. O paciente que
entende seu corpo e suas expectativas responde melhor ao tratamento”, reforça.
Dados publicados no British Medical Journal
indicam que 1 em cada 10 adultos no Reino Unido já utilizou ou tem interesse em
métodos de perda de peso, incluindo medicamentos injetáveis, e que mudanças
rápidas no corpo podem gerar impactos físicos e emocionais significativos após
o término do uso. No contexto da estética, o cenário reforça a necessidade de
abordagens que integrem cuidado emocional, preparação mental e estratégias de
bem-estar antes de intervenções no corpo.
Para Isa Santini, pequenas práticas incorporadas à rotina diária, como exercícios de respiração consciente, meditação ou experiências sensoriais simples, podem fazer toda a diferença nesse processo. “Estética não começa no bisturi ou no equipamento, começa na mente. Um corpo emocionalmente preparado responde melhor aos tratamentos, e isso se traduz em mais confiança, satisfação e equilíbrio”, finaliza.
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